Encontrei neste final de semana um site muito bacana chamado A Música que vem de Minas. Trata-se de um projeto que, desde 2002, divulga a música independente que é feita em Minas Gerais. Vale a pena conferir, tem muita gente boa lá e os preços dos cd's também estão atrativos ficando entre 15 e 25 reais.
Este site eu já acrescentei aos meus favoritos e aos poucos vou pesquisar sobre alguns artistas apresentados no site que eu ainda não conheço e vou comentando a medida que tiver novidades.
Para os mineiros amantes de uma boa música este site é de visita obrigatória e para os que não são daqui é uma ótima oportunidade de conhecer um pouco mais da cultura de nosso delicioso estado.
sábado, 28 de fevereiro de 2009
Ladston Nascimento

Estava vendo o perfil do Ladston do Nascimento no myspace e fiquei pensando como não valorizamos os talentos brasileiros, ele já teve seus discos distribuídos nos Estados Unidos e Europa e Japão e aqui no Brasil grupos que tem algumas frutas que rebolando conseguem muito mais destaque.
Apesar de não gostar, não tenho nada contra a uns ou outros estilos musicais, penso que todos devem ter o seu espaço, mas acho que o verdadeiro talento deveria ser mais valorizado que a “bundalização” da música.
Bom agora que fiz meu pequeno desabafo, gostaria de apresentar, para quem ainda não conhece, mais um talentoso mineiro - Ladston do Nascimento. O texto abaixo retirei do seu perfil no myspace, quem quiser saber mais e ouvir algumas músicas dele é só clicar aqui.
Natural de Belo Horizonte, Ladston do Nascimento gravou seu primeiro disco, o LP Vida, em 1991, com parcerias e produção de Antônio Martins, arranjos de Zezinho Moura; e o segundo, o CD A Voz do Coração, em 1998, arranjos de Juarez Moreira e Ladston do Nascimento, sendo este distribuído nos Estados Unidos com o nome de Voice of the Heart.
Entre 2003/2004, lança o seu novo disco, o CD SIMBORA, JOÃO!, que contou com a participação do cantor/compositor EDU LOBO; produção de Antônio Martins; letras de Antônio Martins e do novo parceiro Fernando Brant; arranjos Juarez Moreira, Rogério Leonel, Ladston do Nascimento, arranjo coral Zezinho Moura e arranjos rítmicos de base de Esdra Neném Ferreira, além dos músicos Robertinho Silva e Cristóvão Bastos, dentre tantos outros.
Do CD A Voz do Coração, sobressaíram: Manhã, da trilha sonora da novela “Serras Azuis”, da Rede Bandeirantes; e Baiãozim, que teve um videoclipe dirigido por Éder Santos, veiculado na MTV, concorrendo na categoria “Melhor Clipe do Ano”, em 1998/1999.
Voice of the Heart foi lançado pela Malandro Records, do produtor americano Rick Warm, sendo distribuído também na Europa e Japão. Jazztimes, revista americana especializada em música, escolheu este CD como um dos melhores discos lançados nos Estados Unidos em 2000.
Ladston do Nascimento também participou como intérprete das trilhas sonoras compostas por Marcus Viana para as minisséries “A Casa das Sete Mulheres” e “Aquarela do Brasil”, interpretando o Hino Nacional e o Hino dos Expedicionários, todas exibidas pela Rede Globo de Televisão.
É um dos mais premiados criadores de trilhas sonoras para o teatro de Minas, musicando mais de 70 peças, entre elas: “A Prostituta Respeitosa”, “A Comédia dos Sexos”, “Bicho de Lata”, “A Bela e a Fera” e “Gasparzinho”.
Recentemente foi classificado para o 6o. Prêmio VISA MPB Compositores, em São Paulo, onde apresentou-se na 1a. Eliminatória no dia 29 de abril de 2003 com as músicas “A Bailarina e o Último Samurai”, “Nego Duro”, “Simbora, João!” em parceria com Antônio Martins e “Dois Violeiros” de sua autoria, no Espaço PROMON.
Um dos vencedores do III Prêmio BDMG Instrumental com as músicas “Paris Noturna”, “Veredas” e “Caminhos de Santiago”, de sua autoria, apresentado durante os dias 16, 17 e 18 de maio de 2003 no Teatro Izabela Hendrix, em Belo Horizonte.
Desde 2003 vem participando, como cantor, da Missa dos Quilombos, criada por Milton Nascimento, Dom Pedro Casaldáliga e Pedro Tierra, encenada pelo grupo Ensaio Aberto com direção de Luiz Fernando Lobo, apresentando-se em várias cidades como Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Ipatinga, Belo Horizonte, Porto Alegre etc., com direção musical do arranjador Túlio Mourão.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Adotada por Minas

Hoje vou falar de uma Alagoana pedagoga e artesã, motivo que a trouxe para Minas Gerais, filha de músicos, foi descoberta aos 66 e muito rápido conquistou o interior mineiro, a capital e felizmente para nós, o sucesso tomou proporções bem maiores.
Estou falando de Dona Jandira, uma interprete de voz potente que no ano passado lançou o CD que recebeu o titulo de Jandira. Estou tentando encontrar este CD para comprar, porém até agora não obtive sucesso, assim que conseguir eu colocarei outro post comentando. Por enquanto os leitores podem se deliciar com o MP3 que eu encontrei clicando aqui.
Quem quiser saber mais sobre essa talentosa senhora pode acessar seu blog no endereço www.donajandira.blogspot.com.
Para dar mais água na boca vou deixar um vídeo que não é muito recente, mas conta como tudo começou, espero que gostem.
Um grande abraço.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Uma mineira de Oliveira e dona de uma linda voz já tem com cinco discos lançados, “Titane” (1986), “Verão de 2001” (1990), “Inseto Raro” (1993), “Sá Rainha” (2000) e “Ana” que foi lançado no ano passado.
Titane mostra ao longo de seu trabalho a influência das culturas populares e para quem ainda não a conhece, podem saber mais acessando o site www.titane.com.br , onde é possível ouvir algumas músicas do último disco e até mesmo baixá-las.
Um telento que surguiu entre nossas montanhas e que agora esta ganhando o mundo, com o disco Inseto Raro ela fez varias turnes pelo Brasil e Europa.
Espero que gostem da dica.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Coisas de Minas
Ola, estou garimpando alguns cantores de minha terrinha (Minas Gerais)e que não são conhecidos do grande público.
Aguardem os próximos posts.
Abraços a todos.
Aguardem os próximos posts.
Abraços a todos.
E acabou nosso carnaval...
Quero pedir desculpas pela falta de novos posts, é que estes últimos dias foi um pouco corrido. Mas vamos ao que interessa... MÚSICA!!!
Hoje eu vou deixar uma música acompanhar o fim do carnaval. No vídeo que eu estou colocando aqui não esta com a música completa, mas achei este mais bonito e para quem quiser ouví-la toda pode ouvir com a Ivana Domenico clicando aqui.
Aproveitem e se deliciem com esta obra de arte do Poentinha e do Carlinhos Lyra.
Marcha De Quarta-feira De Cinzas
(Vinicius de Moraes e Carlos Lyra)
Acabou nosso carnaval
Ninguém ouve cantar canções
Ninguém passa mais brincando feliz
E nos corações
Saudades e cinzas foi o que restou
Pelas ruas o que se vê
É uma gente que nem se vê
Que nem se sorri
Se beija e se abraça
E sai caminhando
Dançando e cantando cantigas de amor
E no entanto é preciso cantar
Mais que nunca é preciso cantar
É preciso cantar e alegrar a cidade
A tristeza que a gente tem
Qualquer dia vai se acabar
Todos vão sorrir
Voltou a esperança
É o povo que dança
Contente da vida, feliz a cantar
Porque são tantas coisas azuis
E há tão grandes promessas de luz
Tanto amor para amar de que a gente nem sabe
Quem me dera viver pra ver
E brincar outros carnavais
Com a beleza dos velhos carnavais
Que marchas tão lindas
E o povo cantando seu canto de paz
Seu canto de paz
Hoje eu vou deixar uma música acompanhar o fim do carnaval. No vídeo que eu estou colocando aqui não esta com a música completa, mas achei este mais bonito e para quem quiser ouví-la toda pode ouvir com a Ivana Domenico clicando aqui.
Aproveitem e se deliciem com esta obra de arte do Poentinha e do Carlinhos Lyra.
Marcha De Quarta-feira De Cinzas
(Vinicius de Moraes e Carlos Lyra)
Acabou nosso carnaval
Ninguém ouve cantar canções
Ninguém passa mais brincando feliz
E nos corações
Saudades e cinzas foi o que restou
Pelas ruas o que se vê
É uma gente que nem se vê
Que nem se sorri
Se beija e se abraça
E sai caminhando
Dançando e cantando cantigas de amor
E no entanto é preciso cantar
Mais que nunca é preciso cantar
É preciso cantar e alegrar a cidade
A tristeza que a gente tem
Qualquer dia vai se acabar
Todos vão sorrir
Voltou a esperança
É o povo que dança
Contente da vida, feliz a cantar
Porque são tantas coisas azuis
E há tão grandes promessas de luz
Tanto amor para amar de que a gente nem sabe
Quem me dera viver pra ver
E brincar outros carnavais
Com a beleza dos velhos carnavais
Que marchas tão lindas
E o povo cantando seu canto de paz
Seu canto de paz
domingo, 22 de fevereiro de 2009
Banda de Ipanema
Hoje eu recebi da Cila um e-mail muito interessante com uma curiosidade sobre a Banda de Ipanema e gostaria de compartilhar com os outros leitores. Então estou tomando a liberdade de postar o e-mail que eu recebi.
“Cheguei a pouco em casa depois de sambar e pular muito na Banda de Ipanema!!! E tive que vir registrar uma tradição que havia me passado despercebido por muitos anos.
Após passarmos pela Igreja Nossa Senhora da Paz a Banda mudou seu repertório e iniciou uma série de músicas da unanimidade nacional, considerado um dos gênios da música popular brasileira, o instrumentista, compositor e arranjador Pixinguinha (Alfredo da Rocha Vianna Junior).
www.pixinguinha.com.br/biografia/biografia.htm
Me dei conta que isso sempre acontecia depois deste trecho, como não consigo ficar com uma curiosidade guardada na gaveta, fui perguntando ao grupo que estava comigo o motivo desta mudança sempre no mesmo local.
Um colega gritou: "É para homenagear o Pixinguinha!" No meio da multidão que cantava e pulava numa alegria contagiante não insisti nos meus questionamentos: "Mas porque aqui?"
Depois no barzinho com chop e petiscos indaguei mais uma vez a mudança do repertório. Sem grandes detalhes foi informado que Pixinguinha estava na Igreja quando a Banda passava na porta e aí ... busquei a história mais detalhada na rede para divulgar aqueles que como eu, vivenciam a mudança de repertório sem o conhecimento do motivo.
"Pixinguinha deixou de existir fisicamente na tarde do dia 17 de fevereiro de 1973, na sacristia da igreja N. Sra. da Paz, em Ipanema, no Rio de Janeiro, enquanto aguardava um batizado, nos braços de seu filho único. A banda de Ipanema que estava na praça pare homenagear Pixinguinha calou seus tambores e se dispersou dentro da multidão pare acompanhar o trajeto fúnebre de um músico que virou lenda, alma e esperança."
Desde então a Banda de Ipanema muda seu repertório a partir da Igreja Nossa Senhora da Paz a fim de homenagear e manter viva a história deste compositor do subúrbio do Rio de Janeiro.”
“Cheguei a pouco em casa depois de sambar e pular muito na Banda de Ipanema!!! E tive que vir registrar uma tradição que havia me passado despercebido por muitos anos.
Após passarmos pela Igreja Nossa Senhora da Paz a Banda mudou seu repertório e iniciou uma série de músicas da unanimidade nacional, considerado um dos gênios da música popular brasileira, o instrumentista, compositor e arranjador Pixinguinha (Alfredo da Rocha Vianna Junior).
www.pixinguinha.com.br/biografia/biografia.htm
Me dei conta que isso sempre acontecia depois deste trecho, como não consigo ficar com uma curiosidade guardada na gaveta, fui perguntando ao grupo que estava comigo o motivo desta mudança sempre no mesmo local.
Um colega gritou: "É para homenagear o Pixinguinha!" No meio da multidão que cantava e pulava numa alegria contagiante não insisti nos meus questionamentos: "Mas porque aqui?"
Depois no barzinho com chop e petiscos indaguei mais uma vez a mudança do repertório. Sem grandes detalhes foi informado que Pixinguinha estava na Igreja quando a Banda passava na porta e aí ... busquei a história mais detalhada na rede para divulgar aqueles que como eu, vivenciam a mudança de repertório sem o conhecimento do motivo.
"Pixinguinha deixou de existir fisicamente na tarde do dia 17 de fevereiro de 1973, na sacristia da igreja N. Sra. da Paz, em Ipanema, no Rio de Janeiro, enquanto aguardava um batizado, nos braços de seu filho único. A banda de Ipanema que estava na praça pare homenagear Pixinguinha calou seus tambores e se dispersou dentro da multidão pare acompanhar o trajeto fúnebre de um músico que virou lenda, alma e esperança."
Desde então a Banda de Ipanema muda seu repertório a partir da Igreja Nossa Senhora da Paz a fim de homenagear e manter viva a história deste compositor do subúrbio do Rio de Janeiro.”
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